SOJA de Portugal, Termalistur e Trivalor juntam-se ao clube A2B

Nas quatro sessões A2B (Academia to Business) dos últimos meses participaram uma empresa municipal e dois grupos empresariais interessados em saber de que maneira os investigadores da U.Porto poderão ajudar a solucionar os seus desafios de I&D e inovação.

A Termalistur visitou a U.Porto, mais concretamente o ICBAS, em Julho, desafiando os investigadores a conhecer melhor as propriedades da água mineral natural, popularmente conhecida como água termal, e a propor novos meios de aplicação da mesma. A maioria dos investigadores era oriunda das áreas da saúde que apresentaram os projetos atualmente em curso nas suas unidades de investigação discutindo com os responsáveis da Termalistur se esses projetos seriam úteis na resolução dos desafios atuais da empresa municipal. O mesmo fizeram os empreendedores vindos do UPTEC, aproveitando também para apresentar os seus serviços à empresa de S. Pedro do Sul.

Ainda na mesma semana, a Porto Business School recebeu representantes de várias empresas do grupo Trivalor, bem como os investigadores da U.Porto e membros de empresas em incubação no UPTEC. O grupo Trivalor dedica-se a vários serviços na área da alimentação e da restauração coletiva daí que a discussão tenha girado em torno do combate ao desperdício, preferências alimentares dos clientes e melhoria dos serviços integrados. Seis das catorze empresas do grupo apresentaram desafios das suas unidades, provocando os investigadores da U.Porto a apresentarem soluções.

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Investigadores da U.Porto durante a visita às instalações da SORGAL, empresa do grupo SOJA de Portugal.

Já em Setembro, a U.Porto visitou as instalações de duas empresas do grupo SOJA de Portugal. Tanto na Sorgal (dedicada à produção de alimentos compostos para animais domésticos e de produção) como na Savinor e Savinor UTS (dedicadas, respetivamente, à produção de carne de aves e à valorização de subprodutos animais), os representantes da SOJA de Portugal fizeram visitas guiadas às unidades industriais permitindo um contacto mais direto dos investigadores com a realidade do grupo empresarial.

Julho e Setembro ficaram marcados pela inclusão de mais três organizações no clube A2B (Academia to Business), cujo principal objetivo é apoiar os esforços de inovação das organizações através de fóruns e networking entre investigadores e quadros empresariais. Poderá saber mais sobre estas sessões consultando as notícias publicadas no Portal de Notícias da U.Porto: Termalistur, Trivalor, Soja de Portugal.

KIMERAA reúne empresas start-up, empresas internacionais e U.Porto no Fórum do Mar 2014

Realizou-se no passado dia 28 de Maio no Fórum do Mar (Exponor, Matosinhos), uma sessão A2B (Academia to Business) dedicada ao Mar. O evento procurou funcionar como um elo entre a comunidade científica e a empresarial, permitindo a partilha de conhecimentos em investigação, empreendedorismo e inovação no domínio da economia do Mar.

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Investigadores e membros de empresas assistem a uma das apresentações

A importância da colaboração entre os diferentes atores envolvidos na economia do Mar para uma efetiva transferência de conhecimento e tecnologia, e também para o sucesso das regiões envolvidas foi palavra de ordem para as cerca de 30 pessoas (entre investigadores, empreendedores e empresas) presentes nesta A2B. A troca de ideias foi animada entre todos os que quiseram expor competências, projetos, desafios e dificuldades encontradas quando se trata da economia do Mar.

Dada a diversidade de temas e abordagens no que toca a esta temática, o evento foi organizado em torno de três painéis, dedicados a temas diferentes. O primeiro, dedicado à exploração de atividades relacionadas com a Biotecnologia, contou com a presença e intervenção de dois centros de investigação de referência na Região Norte: Laboratório de Engenharia de Processos, Ambiente, Biotecnologia e Energia (LEPABE) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), e Centro Indisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR). Ambas as unidades apresentaram trabalhos que têm vindo a desenvolver nas respetivas linhas de investigação. No caso do LEPABE realizou-se um “pitch” na área dos biofilmes e no caso do CIIMAR a intervenção incidiu mais na investigação na área da biorremediação de contaminantes nas zonas costeiras e estuarinas. Além dos investigadores, este painel contou também com a participação de um representante da empresa Bluemater, sedeada no UPTEC, cuja atividade principal reside no tratamento de águas potáveis e residuais, e também da empresa MARINNOVA, uma jovem empresa focada no fornecimento de serviços e produtos na área das ciências marinhas e ambientais.

Já o segundo painel, dedicado aos veículos autónomos, contou com a intervenção de investigadores do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da FEUP, mais especificamente do Laboratório de Sistemas e Tecnologias Subaquáticas, que apresentaram atividades e projetos em torno de veículos aéreos não tripulados (UAVs) e veículos autónomos subaquáticos (AUVs). As empresas presentes neste painel foram a Abyssal, especialista em sistemas operativos para veículos operados remotamente, e a Critical Software, que apresentou o projeto “Oversee Search and Rescue”, desenvolvido em colaboração com a Marinha Portuguesa.

Para fechar a sessão, o terceiro painel debruçou-se sobre questões relacionadas com as infraestruturas portuárias e de defesa e proteção costeira, com intervenções de diversos representantes do Laboratório de Hidráulica do Departamento de Engenharia Civil da FEUP. Nesta troca de ideias participaram também representantes da APDL – Porto de Leixões, apresentando projetos de grande envergadura que se encontram em curso, nomeadamente o reforço da interoperabilidade nas redes de serviços logísticos. Uma empresa italiana, a Technital, também fez parte deste último painel da sessão A2B, expondo algumas das suas necessidades de I&D.

Esta foi uma das últimas atividades do projeto KIMERAA que, após ter visto aprovada uma fase adicional de implementação, irá terminar no final deste ano. Durante a sessão, os participantes puderam assistir ainda a uma breve apresentação deste projeto, seus objetivos e atividades. O KIMERAA durou quatro anos e envolveu cinco países (incluindo Portugal) que trabalharam em conjunto para procurar soluções para dinamizar o cluster do Mar.

Arrancam os grupos de trabalho constituídos nas sessões A2B no Douro

A UPIN co-organizou durante os anos de 2012 e 2013 quatro jornadas ao Douro Vinhateiro, onde participaram empresas e investigadores da U.Porto e institutos associados. Os diálogos iniciados começam agora a partir para a prática.

Investigadores e representantes de empresas em visita ao Douro Vinhateiro

Investigadores e representantes de empresas em visita ao Douro Vinhateiro

Durante o Verão de 2013, e dando continuidade ao plano de trabalhos saído das Jornadas Técnicas que aconteceram no INEGI, quatro Grupos de Trabalho voltaram a visitar o Douro Vinhateiro. O principal objetivo foi continuar a procura de soluções, desta vez de uma maneira mais específica e dirigida por cada grupo, constituído por representantes da ADVID (Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense), Vitivinicultores do Douro, Investigadores da U.Porto, INEGI e INESC TEC e também empresas de equipamentos. A iniciativa partiu de um esforço conjunto saído das sessões A2B organizadas numa parceria entre a UPIN e a ADVID, que ajudaram a perceber quais os principais problemas que afetam a produtividade na exploração da vinha de encosta bem como outras necessidades apontadas pelos viticultores da região.

As jornadas técnicas do grupo de trabalho “Sensorização e Instrumentação” incluíram responsáveis de vinha da Sogrape e da Real Companhia Velha, investigadores INEGI especialistas na recolha e monitorização de dados em campo aberto, bem como especialistas da U.Porto da área da termografia e instrumentação, e ainda as empresas PreWind e Wisenetworks.

Já os grupos de trabalho focados na pulverização, limpeza de taludes e máquinas adaptadas a trabalhar entre bardos, rumaram à Quinta das Carvalhas (Real Companhia Velha) onde puderam observar e analisar os problemas em situações reais de operação. Tiveram também a oportunidade de recolher elementos de caracterização das vinhas tais como temperaturas e dimensões, e de filmar e fotografar diferentes máquinas e alfaias em ação, contactando diretamente com as dificuldades de manuseamento das mesmas nos patamares estreitos do Douro.

Finalmente, os grupos mais focados no meio ambiente (“Tratamento de Resíduos” e “Eco-Eficiência”) reuniram na Quinta do Vallado, Régua, onde debateram o aproveitamento e valorização de resíduos e sub-produtos da vinha (desde os sarmentos, vides, engaço, grainhas, películas, etc.), tanto para fins alimentares, como energéticos. Foram visitadas as instalações de processamento das uvas, recolhendo-se informações sobre os equipamentos existentes sob o ponto de vista de consumos energéticos, consumo de água e tratamento de efluentes líquidos. Os investigadores fizeram algumas apresentações sobre técnicas avançadas de geração de energia, bem como de metodologias capazes de aferir da Eco-Eficiência de sistemas, seguindo-se um debate com vista a antever possibilidades de aplicação das mesmas em estudos/projetos demonstradores no Douro. As jornadas contaram com a participação de representantes da Quinta do Vallado, Quinta Dona Matilde, Sogevinus, Consultores especialistas em vinha, técnicos ADVID, investigadores INEGI, Destilaria Elvira, e o fabricante de caldeiras Norbidel.

Os grupos de trabalho prosseguirão as atividades de investigação e discussão, conjuntamente com outros parceiros (de investigação e de mais empresas), com vista à promoção de novos projetos e estudos de I&D em cooperação, de modo a poderem ser criados novos equipamentos/sistemas/serviços portugueses adaptados às difíceis condições de operação da região do Douro (vinha em encosta). Foi recentemente implementado um grupo de discussão dos grupos de trabalho na rede social Linkedin, através do qual os seus membros irão interagir e publicar os desenvolvimentos desta colaboração com a ADVID.

SONAE quer aproveitar soluções da Universidade

Comitiva da U. Porto num dos armazéns da SONAE

Comitiva da U. Porto num dos armazéns da SONAE

É uma das maiores empresas portuguesas e vê com bons olhos uma aproximação à Universidade do Porto. “Queremos saber que soluções têm para nos oferecer e como nos podemos desafiar mutuamente”, concretiza João Amaral, representante da Sonae Retalho na última sessão A2B (Academia to Business), que reuniu mais de 40 investigadores da U.Porto nas mais variadas áreas do conhecimento.Apesar das dificuldades assumidas aquando dos contactos com as Universidades, a Sonae Retalho assume que a ajuda da U.Porto seria uma “mais valia” para ultrapassarem os desafios que enfrentam.  Um desafio bem recebido por Carlos Brito (pró-reitor para a Inovação e Empreendedorismo), que lembrou a missão da Universidade de  ”ensinar e investigar, mas também valorizar o conhecimento gerado, pelo que parcerias com empresas como a Sonae são um importante ponto de partida”.

Mas afinal, o que pode a Universidade “oferecer” à Sonae? Na opinião de João Amaral, a multidisciplinaridade da U.Porto é uma das principais mais-valias para a Sonae, uma vez que vai de encontro aos desafios da empresa, também eles divididos por áreas distintas. Perceber os clientes, prever o futuro, gerir o espaço e as transações, a evolução do marketing, análise da força de trabalho, foram alguns dos desafios colocados à comunidade da U.Porto pelos representantes das várias áreas da Sonae (Logística, Marketing, Supply Manager, entre outros) que, além de apresentarem o seu trabalho, tiveram oportunidade de referir o que lhes falta para serem cada vez mais bem sucedidos.

Questão recorrente na maioria das A2B sessions, as dificuldades de comunicação entre investigadores e empresas e  a necessidade de existirem interlocutores não foram esquecidas nesta visita à Sonae Retalho. “As nossas tentativas de parceria com Universidades têm ficado muito aquém das expectativas em termos de resultados. Há que mudar a maneira de trabalhar, temos de alinhar os resultados esperados”, referiu João Amaral.

Após as apresentações da manhã, os participantes tiveram tempo para networking durante a hora de almoço. Seguiu-se uma visita de campo aos armazéns de retalho, onde os produtos são recebidos, organizados e depois distribuídos por cada uma das 38 lojas Continente que a Sonae tem por todo o país. Nestas visitas, a comunidade da U.Porto pôde analisar de perto a realidade do mundo do retalho e saber mais sobre como poderá trabalhar com a Sonae no futuro.

No final da jornada, os investigadores e Marta Cunha, Category Manager da empresa, reuniram para um pequeno briefing. Segundo Ana Paula Africano, professora da Faculdade de Economia, “há muito potencial para trabalhar com a Sonae”. Por sua vez, Marta Cunha salientou que parcerias como esta são benéficas para os investigadores, que poderão fazer os seus testes e experiências com a Sonae. “Sessões como esta só têm interesse se forem úteis”, concluiu.

Cooperação entre indústria e a U.Porto alarga-se à àrea têxtil com a ERT

Investigadores convidados apresentaram os seus trabalhos, que poderão interessar à indústria têxtil

Investigadores convidados apresentaram os seus trabalhos, que poderão interessar à indústria têxtil

No passado dia 29 de maio, o edifício da Reitoria da Universidade do Porto acolheu mais uma sessão A2B (Academia to Business), uma iniciativa que tem procurado aproximar o universo científico de diferentes setores de atividade empresarial, e que desta vez esteve centrada no domínio da nanotecnologia e nas suas aplicações àárea têxtil.A sessão centrou-se nas necessidades da ERT, uma empresa de São João da Madeira que atua na área têxtil para automóveis e que se prepara para apostar no desenvolvimento de aplicações na área da mobilidade. Para isso, Fernando Merino, responsável da ERT, disse que é vital “perceber as expectativas do mercado” e espera, para tal , contar com a colaboração dos investigadores para desenvolver melhores soluções.

A sessão realizou-se no âmbito do projeto Nanovalor e contou com a presença de investigadores das universidades do Porto, Minho, Vigo e Santiago de Compostela, membros do consórcio, e centrou-se, naturalmente, na área das nanotecnologias. Sabendo de antemão das especificidades da ERT, os investigadores convidados apresentaram os projetos em que têm estado a trabalhar e que possam interessar à empresa. Foi o caso, por exemplo, de Joaquim Carneiro, da Universidade do Minho, que falou de aplicações nano para a área têxtil e para a área automóvel, ou de Carlos Fonseca, da Faculdade de Engenharia da U.Porto (FEUP), que se centrou nos sensores têxteis de extensão.

Os parceiros espanhóis também apresentaram as suas ideias e soluções. Carmen Blanco, da Universidade de Santiago de Compostela, falou sobre a tecnologia da empresa spin-off Nanogap  e as possíveis aplicações nas atividades da ERT. Miguel Carrera Duarte, da Universidade de Vigo, segui a mesma linha de intervenção mas em relação ao Grupo TNT (TecmNanoTech), e como este pode ajudar a empresa convidada.

Para Fernando Merino, da ERT, a cooperação entre indústria e Universidade pode ser vantajosa para ambas as partes. “Queremos subir na cadeia da inovação. I isso passa por saber quem faz investigação e onde estão os investigadores”, referiu. Lançando o mote para o networking, o representante da empresa salientou ainda a vontade da ERT em ouvir as soluções dos investigadores para os seus problemas: “A nossa prática de inovação tem muito a ver com desenvolver parcerias. Queremos desenvolver alianças estratégicas”, rematou.

U.Porto e Mercatus averiguam colaborações

Investigadores da Universidade do Porto nas instalações da Mercatus, em Águeda

Investigadores da Universidade do Porto nas instalações da Mercatus, em Águeda

Continuando a cultivar o espírito A2B (Academia to Business) membros da U.Porto e Institutos Associados realizaram uma visita à empresa Mercatus, especializada na produção de soluções de refrigeração para o canal HORECA (hotéis e restauração).Ao todo, foram sete os visitantes de centros de I&D da U.Porto que, conduzidos por João Alves Dias (Administrador para o marketing, área comercial e qualidade) e Victor Alves (Director Técnico da empresa) ficaram a conhecer as ideias e problemas  da Mercatus, expostas inclusivamente por responsáveis de produção, de desenvolvimento de produto e de exportação, mostrando o empenho das várias áreas da empresa nesta iniciativa de aproximação à U.Porto e Institutos Associados, na esperança de encontrar soluções conjuntas para desafios identificados.

O interesse da empresa foi demonstrado desde o início do diálogo com a UPIN – Universidade do Porto Inovação, que organizou a A2B na Mercatus. A Mercatus encara este tipo de iniciativas de vital importância para a nossa organização”, além disso “fará com que os nossos alunos, profissionais e empresas tenham uma visão mais realista dos atuais desafios industriais e das novas tecnologias  e teorias que se difundem nas Universidades”, afirmou Victor Anjos.  Segundo João Alves Dias a vontade crescente em continuarem competitivos através da I&D e inovação potenciou ainda mais o interesse da Mercatus nas mais-valias que a Universidade pode oferecer.

Os temas abordados passaram, principalmente, pela eficiência energética dos produtos da Mercatus, pela utilização de materiais ecológicos e pela otimização do processo de produção. Do lado da U.Porto e Institutos Associados marcaram presença investigadores do IDMEC, especialistas em desenvolvimento de produto e em energia térmica, do IFIMUP, da área dos materiais, do INEGI, da área de desenvolvimento de produto, processo e tecnologias, e do INESC Porto, que referiram possibilidades de colaboração nas áreas de sistemas de produção, sistemas de informação, automação e robótica.  João Pedro Araújo, por exemplo, apresentou o IFIMUP e indicou alguns exemplos de projetos de colaboração com empresas focando-se nas competências na área dos materiais, que poderão ser interessantes para esta eventual colaboração com a Mercatus.

A Mercatus

É uma média empresa que exporta 95% da sua produção, estando neste momento a vender para 41 países. Possuem duas unidades de produção em Portugal e as suas prioridades do momento são o design, a eficiência energética e as soluções amigas do ambiente: “Relativamente ao ODP (Ozone Depletion Potential) já há mais de 15 anos que não utilizamos qualquer refrigerante deste tipo (proibidos na Europa desde Janeiro de 2011”, exemplificou Victor Anjos.

Samsung interessada nas app’s para dispositivos móveis desenvolvidas na U.Porto

Carl Gressum (ao centro na foto) reuniu com várias equipas de investigação da U. Porto

Carl Gressum (ao centro na foto) reuniu com várias equipas de investigação da U. Porto

Numa visita rápida à Universidade do Porto, Carl Gressum conheceu algum do trabalho desenvolvido pelos investigadores, que considerou “abundante e interessante”.

Na Samsung Eletronics Research Institute do Reino Unido, Carl Gressum é o Technology Sourcing Specialist andando constantemente em busca de novos produtos no âmbito do ecossistema de tecnologias e aplicações da Samsung. Com o objetivo de tornar os dispositivos da empresa mais atraentes e mais interessantes, criando valor no sentido de alargar a base de clientes, a Samsung veio até à Universidade do Porto, que apresentou brevemente algumas das tecnologias que possam interessar ao gigante coreano de dispositivos móveis.

Tecnologias do Instituto de Tecnologia (IT), da Faculdade de Engenharia (FEUP), do INESC Porto e do Porto Interactive Center foram explicadas ao representante da Samsung, que veio em busca de tecnologias móveis, apps, e hardware mas sobretudo software e aplicações que possam ser integradas nos smartphones da marca. Um exemplo concreto foi a tecnologia Data Management Formal Model , apresentada pela investigadora Ana Aguiar. Esta invenção permite ao programador de uma app definir em que circunstâncias pode um dispositivo móvel funcionar em modo offline, usando mapas que ficam guardados em memória na base de dados. Invenções como estas interessam à Samsung Eletronics, que tem um mercado próprio de aplicações e procura constantemente dinamizá-las para melhorar o seu portfólio de tecnologias.

Estando, actualmente, a procurar criar relações com unidades de investigação de toda a Europa, Carl Gressum garantiu, já de partida para o Reino Unido, que esta é a primeira de muitas visitas que fará à Universidade do Porto. O especialista mostrou-se muito entusiasmado com o potencial existente na Universidade bem como com as possibilidades de cooperação no domínio das comunicações móveis, que serão consideradas pela Samsung para criar parcerias futuras.