Universidade do Porto Inovação faz 10 anos!

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Corria o ano de 2004 quando a ideia de criar o gabinete de transferência de tecnologia começou a ganhar forma. Dez anos volvidos, repletos de atividades e objetivos alcançados, estamos gratos a todos os que fizeram parte deste caminho e assinalamos a data com uma publicação especial sobre a vida da UPIN, disponível aqui.

Em jeito de comemoração desta década, no início de 2015 será anunciado o novo website do gabinete bem como uma imagem renovada.

“Sinto uma enorme responsabilidade em que, do meu esforço, resulte valor para o país”

Para Adélio Mendes (FEUP), uma das componentes mais importantes da investigação é a associação a empresas, sendo “uma das formas lógicas de dar retorno ao país do seu investimento na investigação”, diz. Sendo um dos inventores com mais patentes na U.Porto, o engenheiro químico quer continuar a ser “sujeito e ator” em Portugal. Ler mais

Fotografia: João Pádua

Fotografia: João Pádua

Dividido entre a física e a química, foi mesmo a última que acabou por conquistar Adélio Mendes quando, em 1982 ingressou na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). De uma coisa tinha a certeza: queria ser investigador “para construir máquinas que melhorassem a vida das pessoas”. Contando com um longo percurso em diferentes áreas de investigação e com variados casos de sucesso, reconhecer a importância da relação entre a investigação e as empresas é uma das suas principais características, tendo sempre feito questão de relacionar ambas nos seus projetos. “Trabalhando eu em engenharia, uma das formas lógicas de dar retorno ao país do seu investimento na investigação que desenvolvo é associar-me a empresas”, diz, acrescentando ainda que, hoje em dia, aquando da entrada de pedidos de patente, tende que as mesmas “tenham já uma empresa interessada”.

Esta atitude pró-ativa em acrescentar valor ao conhecimento gerou um sem número de vitórias importantes ao longo dos anos, chegando ao ponto em que Adélio Mendes até já perdeu a conta às patentes que detém: “Não sei ao certo, mas são muitas. Tento todos os anos registar pelo menos uma patente”, diz. Entre os projetos mais marcantes o investigador destaca, por exemplo, o desenvolvimento de uma cerveja sem álcool para a UNICER “cuja conceção, desenvolvimento do processo e projeto de per vaporação” são da sua autoria, ou o projeto com a Amorim & Irmãos para desenvolver um revestimento para rolhas de cortiça a usar em bebidas brancas. Fala também de uma investigação iniciada em 1999 que mereceu este ano o interesse de uma empresa multinacional que poderá financiar a investigação, permitindo o “desenvolvimento rápido da tecnologia e a continuação do financiamento que, num futuro previsível, originará novos produtos”, conta.

Apesar de ciente das dificuldades que o país atravessa, Adélio Mendes acredita que a “qualidade e quantidade” das pessoas irão ser decisivas e, enquanto investigador, quer também dar o seu contributo: “vivemos um momento de tremendas possibilidades e eu quero ser sujeito e ator”, diz. É por isso que os seus períodos de trabalho no estrangeiro sempre foram curtos, optando por ficar no país onde nasceu e se formou dividindo-se entre os vários trabalhos de investigação e as aulas, que leciona na Faculdade de Engenharia na U.Porto.

Quando questionado sobre a área que melhor o define, diz-nos que gostaria de se ver relacionado com o desenvolvimento dos combustíveis eletroquímicos, área na qual foi um dos “primeiros investigadores a nível mundial a perceber a sua importância”, e onde continua a trabalhar. Para Adélio Mendes, todos os casos de sucesso de que foi protagonista ao longo dos anos não são motivo para baixar os braços mas sim uma “fonte de motivação para continuar um caminho que é muito exigente”, conclui.

Otitest está a chegar ao mercado

É o primeiro dispositivo medidor de otites e foi desenvolvido na U.Porto com a assinatura de uma equipa de investigação da FEUP. A Metablue, empresa responsável pelo produto, anuncia a chegada do Otitest às farmácias e parafarmácias já nos primeiros meses de 2015.

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Trata-se de um dispositivo digital que, através da medição de cor no tímpano, é capaz de detetar otites num estado inicial. “Ao contrário do habitual, este otoscópio tem um pequeno computador que analisa os dados recolhidos e classifica a inflamação de acordo com 4 níveis”, explica Joaquim Gabriel Mendes, um dos investigadores da equipa da FEUP. Depois, o resultado aparece como negativo ou positivo, à semelhança do que acontece com os testes de gravidez. O Otitest foi desenvolvido a pensar nas famílias e nas vantagens de detetar mais cedo uma doença que afeta principalmente as crianças: “tal como um termómetro, foi desenhado para existir em todos os lares e por isso é muito simples de usar”, conta o investigador. É por isso que vê agora com muita satisfação a tecnologia a chegar ao mercado e aos portugueses, que poderão contar com esta preciosa ajuda, evitando complicações que poderiam surgir caso a infeção fosse detetada numa fase mais avançada.

O caminho da ideia até à comercialização começou em 2011, quando a U.Porto estabeleceu um contrato de parceria com a empresa Metablue Solutions LDA, uma start-up cuja missão passa por acrescentar valor à indústria dos dispositivos médicos. Reconhecendo as vantagens do aparelho medidor de otites, a Metablue encarregou-se do desenvolvimento do produto e estabeleceu uma parceria com a empresa Ferraz Lynnce que estará encarregue da distribuição do Otitest em Portugal, Espanha, França e Angola. Estando a certificação do aparelho junto do Infarmed quase concluída, o Otitest deverá estar à venda em farmácias e parafarmácias no primeiro trimestre de 2015, com um custo previsto de 50 euros.

Assumindo-se a Metablue como uma empresa global e concentrada na internacionalização, os planos para 2015 estendem-se ainda aos mercados dos Estados Unidos e da América Latina, para onde tencionam levar o Otitest no final do próximo ano. “Por agora a atividade centra-se fundamentalmente em Portugal mas o facto de possuir licença de patentes internacionais (além das nacionais) permite que a Metablue ambicione internacionalizar-se a curto prazo”, conta Diamantino Lopes, CEO.

Uma empresa que “já nasceu global”

A Metablue Solution LDA é uma empresa spin-off U.Porto criada em 2011 no âmbito do Mestrado de Inovação e Empreendedorismo Tecnológico (MIETE) da FEUP. É constituída por cinco pessoas e, como refere Diamantino Lopes, tem como um dos principais objetivos criar um “pipeline de projetos e investimento, com o objetivo de transformar descobertas e tecnologias originais em aplicações comercialmente relevantes”. A missão da empresa é acrescentar cada vez mais valor ao ramo dos dispositivos médicos e têm já mais dois produtos em carteira: o Lipotool e o Laringoscópio Digital, também de investigadores da FEUP.

Na opinião de Diamantino Lopes a relação com a Universidade, principalmente a disponibilidade em “concretizar todo o processo de transferência de conhecimento para a Metablue”, tem sido fundamental para o sucesso dos projetos da start-up. “Não tenho qualquer problema em admitir que sem a relação de parceria estabelecida com a U.Porto o projeto não estaria na fase em que se encontra”, conclui.

Universidade do Porto é “Partner of the Year” da Portugal Ventures

Devido à proveitosa história de colaboração entre as duas entidades, a Portugal Ventures premiou a Universidade do Porto pelo seu esforço e dinamismo na apresentação de projetos de base tecnológica, sua aceleração e incubação. A origem deste reconhecimento deve-se em, em  grande parte, ao envolvimento na Call for Entrepreneurship, programa de ignição no qual a U.Porto é ignition partner através da UPIN. Na opinião de Carlos Melo Brito (na fotografia), Pró-Reitor da U.Porto para as Relações com Empresas, Inovação e Empreendedorismo, este prémio significa que “a Universidade procura sempre fazer mais e melhor”.

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Carlos Brito no 2º Portugal Ventures Day, agradecendo o prémio atribuído à Universidade do Porto. Fotografia: Rui Oliveira

A Call for Entrepreneurship começou em Outubro de 2013 e o sucesso da iniciativa faz com que esteja a entrar agora na sua 9ª edição. Em entrevista à Universidade do Porto Inovação (UPIN) Carlos Brito fala da sua intenção de manter ativas este tipo de iniciativas, dando continuidade ao trabalho feito: “Aquilo que eu quero é estar assoberbado de trabalho porque sei que isso é gerador de novas oportunidades”, refere. Mesmo reconhecendo as competências e valências da U.Porto o Pró-Reitor refere que uma das mais-valias da instituição é precisamente não querer fazer tudo sozinha, daí a importância deste tipo de parcerias: “Sabemos que temos coisas muito boas que são referências mas também temos a consciência de que, para atingirmos os nossos objetivos na maioria das áreas, faz sentido trabalhar em conjunto com outros”, refere. Acrescenta também que essa necessidade é muito evidente na área do capital de risco e do financiamento para atividades de empreendedorismo onde, na sua opinião, “a Portugal Ventures é um parceiro privilegiado”.

O galardão foi entregue pelo Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves, durante o 2nd Portugal Ventures Day, em Lisboa, no passado dia 18 de Setembro. Carlos Brito considera importante agradecer a todos os que, nas universidades portuguesas, trabalham na área de valorização de conhecimento e a todos os que, na Universidade do Porto, estão envolvidos na área da inovação incluindo professores, investigadores e colaboradores. Agradece também à UPIN, que tem sido ignition partner no programa Call for Entrepreneurship desde o começo, prestando apoio e esclarecimento aos projetos inovadores, nascidos na U.Porto, que estejam interessados em obter financiamento.

“Este prémio não significa que nós sejamos os melhores, significa sim que procuramos sempre fazer o melhor possível. Se alguém achou que nos devia premiar, ficamos muito satisfeitos. Não por sermos os melhores mas porque alguém reconheceu o nosso esforço constante para fazer o que sabemos melhor”, conclui.

Michel Ferreira e o mundo dos computadores nos transportes rodoviários

Em criança queria ser explorador submarino mas o interesse acabou por ir parar a um outro tipo de ciência: a dos Computadores. De uma parceria entre a Geolink (empresa spin-off fundada por Michel Ferreira em 2007) e a Portugal Telecom nasceu a aplicação MEO Táxi que, na opinião do inventor, “é um bom exemplo de como a tecnologia nascida na U.Porto amadurece em serviços inovadores”.

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Ainda desconhecendo as Ciências dos Computadores e a realidade dos transportes rodoviários, Michel Ferreira cresceu a ver os programas de televisão de Jacques Costeau e o seu maior sonho era “ser explorador submarino, viver no navio Calypso e passar muitas horas a mergulhar”, conta. No entanto, a versatilidade do mundo informático e as suas inúmeras aplicações no dia-a-dia fizeram com que escolhesse esta área para o Doutoramento que concluiu em 2002. Depois da passagem pelo LIACC (Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência de Computadores) ingressou no Instituto de Telecomunicações, onde ainda hoje faz investigação, e fundou a Geolink, empresa que “acabou por se tornar líder em Portugal na expedição de táxis”, diz.

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Entre 2010 e 2012, o investigador esteve envolvido no projeto DRIVE-IN onde pôde colaborar com a maior frota de táxis da cidade do Porto, começando a ter uma noção alargada do que se poderia fazer nessa área. Foi aí que surgiu, fruto de uma parceria com a Portugal Telecom, o MEO Táxi. A aplicação para smartphones começou a funcionar em Lisboa e Porto no passado dia 22 de Setembro, sendo gratuita para os sistemas operativos Android e iOS. Uma vez instalado o MEO Táxi, o utilizador pode chamar o veículo que esteja mais próximo de si sem ser necessário fazer nenhuma chamada telefónica. Dado esse passo, a aplicação localiza o utilizador e automaticamente encaminha o pedido para o táxi que esteja mais perto, dando ainda a possibilidade de o passageiro acompanhar em tempo real, num mapa, o percurso e o tempo estimado para o automóvel chegar até si. Além disso, é possível personalizar o táxi de acordo com as preferências do passageiro: este pode pedir, antecipadamente, se deseja o ar condicionado ligado, se necessita de um veículo com mais lugares e até mesmo que estação de rádio vai querer escutar durante a viagem.

Para o investigador, este tipo de resultados são “um exemplo interessante de como projetos de investigação académica acabam a gerar serviços de ampla adoção pela sociedade”, mas não deixa de lamentar, no entanto, os cortes de financiamento que “estão a por tudo em causa. Nenhum país que queira ser competitivo pode deixar de investir na educação e na ciência”, diz. O seu maior foco de interesse está, atualmente, nos Sistemas de Transporte Inteligentes, com especial enfoque no setor de transporte rodoviário cuja sustentabilidade considera “um problema muito importante” devido ao crescendo do número de acidentes na estrada. “Os acidentes rodoviários são a 9ª causa de morte a nível mundial e o impacto de tais acidentes é muito amplificado quando se mede em anos de vida perdidos”, diz, referindo-se ao alarmante número de sinistros envolvendo faixas etárias muito jovens. Com essa realidade crítica em mente, o objetivo do investigador e docente da Faculdade de Ciências da U.Porto passa por “contribuir para uma maior segurança através de sistemas de computação inteligentes”, diz. Michel Ferreira olha para o seu percurso na U.Porto como “motivador e interessante”, e pretende continuar a trabalhar nesta área onde, como refere, “a criatividade pode rapidamente passar à prática”.

Universidade do Porto licencia Kits inovadores que determinam em 60 minutos qual o antibiótico adequado

Ao invés das atuais 48 horas necessárias para diagnóstico, os kits atualmente em desenvolvimento pela FASTinov conseguem descobrir em apenas uma hora a que antibióticos é resistente o agente provocador de uma certa infeção bacteriana. Como refere Cidália Pina Vaz (FMUP), uma das investigadoras do grupo, deste modo “é possível dirigir a terapêutica e medicar com segurança”.

Na opinião da investigadora e docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), “avizinham-se tempos muito difíceis sem armas de combate às infeções, com os antibióticos cada vez mais resistentes”, diz. Essa noção, aliada ao facto de trabalhar diariamente na rotina de um grande hospital fez com que, juntamente com Acácio Rodrigues e Sofia Oliveira, quisesse procurar uma solução. “Perante uma suspeita de infeção, os clínicos enviam para o laboratório amostras do doente, no sentido de esclarecer a causa da infeção. O facto de os resultados demorarem 48 horas a chegar faz com que os médicos receitem, empiricamente, um ou mais antibióticos. Devido ao aumento das resistências, essa tarefa é cada vez mais um tiro no escuro. Caso a bactéria seja resistente ao antibiótico receitado, o doente pode mesmo morrer ou apresentar complicações graves”, explica Cidália Pina Vaz. Foi então que surgiu a ideia de desenvolver estes kits de diagnóstico, que diminuem o tempo de espera da análise de amostras corporais de dois dias para apenas uma hora (após um período de incubação da bactéria, que demora 24 horas).

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Para acelerar um processo atualmente praticado nos laboratórios de todo o mundo, a equipa da FASTinov recorre a uma tecnologia já existente mas que ainda não tinha sido usada na área da microbiologia: “Estes kits permitem marcar o efeito ou a lesão (provocada por um dado antibiótico) com substâncias fluorescentes, conseguindo concluir rapidamente se o microrganismo é resistente”, refere a investigadora. Deste modo, é possível não só diminuir o tempo de espera como também evitar o contágio isolando rapidamente o doente, reduzindo assim os custos hospitalares associados. Cidália Pina Vaz acrescenta ainda que, com esta tecnologia, será possível “esclarecer os principais mecanismos de resistência dos microrganismos, fundamental para a compreensão da transmissão e desenho de novas terapêuticas, bem como garantir um tratamento seguro e atempado evitando mortalidade “, diz.

O próximo passo é introduzir o produto no mercado. Os primeiros kits a serem disponibilizados serão os de avaliação da suscetibilidade nos agentes mais frequentemente isolados em laboratórios como por exemplo E.coli ou Pseudomonas. Encontram-se atualmente em fase de certificação. A tecnologia deu também origem a um registo de patente nacional e internacional (ambos pendentes), tendo sido licenciada à empresa spin-off FAstInov

Três projetos vão representar a U.Porto no México, em competições do SPIN 2014

São ideias de negócio nascidas no seio da U.Porto e irão, no final de Outubro, viajar até ao México para participar em duas competições distintas do SPIN 2014. AddVolt compete no Model2Market; inanoE e Sky Angel no IDEup.

wetruckPara a AddVolt tudo começou com a ideia We Truck – Empower Trucks, um sistema capaz de produzir eletricidade para camiões frigoríficos a partir da sua energia cinética e que garantiu aos promotores da empresa o 1º lugar no iUP25k 2014. Agora, a empresa constituída por quatro alumni da Faculdade de Engenharia da U.Porto, é uma das finalistas da iniciativa Model2Market, uma competição destinada detetar, apoiar e reconhecer modelos de negócio provenientes de comunidades universitárias ibero-americanas. Miguel Sousa, um dos jovens empresários da AddVolt, refere que participar nesta competição do SPIN 2014 é uma excelente oportunidade e que “apesar do nível elevado de competitividade associado e este tipo de iniciativas, a empresa acredita reunir as condições necessárias” para poder disputar os lugares cimeiros. O objetivo principal da participação na iniciativa é a possibilidade de “fortalecer e potencializar o negócio”, diz Miguel, pensando já nos workshops e sessões de mentoring, com peritos de renome e com investidores, que darão o mote ao SPIN 2014, no México.

inanoJá no concurso IDEup são duas as ideias da U.Porto representadas. A invenção inanoE foi desenvolvida por uma equipa de jovens investigadores da Faculdade de Ciências da U.Porto e consiste em micro-geradores para aproveitar energia nas áreas automóvel, têxtil e de calçado. Por serem compostos por materiais de tamanho nanométrico, os dispositivos são “altamente eficientes, flexíveis, leves e de baixo custo”, explica João Ventura, um dos promotores do projeto, acrescentando ainda que se trata de uma “solução facilmente integrável em diversas áreas industriais”. Para a equipa a ida ao SPIN 2014 é mais uma hipótese de aprendizagem, que lhes permitirá “amadurecer os conceitos de empreendedorismo, modelos de negócio e prototipagem”, diz João.

skyPara a mesma competição foi também selecionada a equipa criadora do SkyAngel, um drone destinado a ajudar os nadadores-salvadores em operações de resgate no mar. João Coelho considera esta oportunidade muito interessante devido, principalmente, ao “acesso a sessões de formação” relacionadas com as temáticas trabalhadas pela equipa. O inventor acrescenta ainda que ser finalista do IDEup é uma mais-valia para “consolidar novos conceitos que permitam a construção de um protótipo com ainda mais qualidade”, refere. Além disso, os criadores do SkyAngel esperam tirar partido do contacto com outras culturas ibero-americanas e do intercâmbio de experiências.

Esta e outras iniciativas fazem parte do SPIN 2014, uma iniciativa da RedEmprendia organizada conjuntamente pelas várias universidades que integram a rede. É descrito pela organização como “o encontro por excelência do empreendedorismo universitário ibero-americano” e a edição deste ano terá lugar nos dias 29 e 30 de Outubro na cidade do México. Toda a informação está disponível aqui.